segunda-feira, 20 de julho de 2015

Em tempos de "crise"




Estamos sendo bombardeados no noticiário/TV neste ano sobre "o momento de crise". Toda hora alguém fala ou reclama sobre a crise em 2015 na economia, empregos, negócios e etc.
Pensei então em contar meu segredo para vocês. Eu não tenho vivido "a crise". Sabem porquê?
Faço parte de um movimento no mundo que acredita na ABUNDÂNCIA e não na escassez. Mas o que isso significa?
No mundo atual, cada vez mais, somos influenciados pelo capitalismo para consumirmos sem pensarmos de maneira consciente sobre isso. O "marketing" cada vez mais é usado para nos provocar "desejos" e somos pegos facilmente por isso, pela nossa falta de propósito. O acesso à internet fez isso tomar uma dimensão muito maior. Somos estimulados o tempo todo a querer "coisas" que muitas vezes não temos acesso ou temos que nos sacrificar financeiramente para adquirir, mesmo que parcelado de 12 vezes. Quem nunca?
Bem, e eu com isso? Pois é, neste contexto vivemos o Paradigma de Escassez X Abundância. Vou explicar o que é isso. 
Quando acreditamos ou somos influenciados pela ideia de que "não tem para todo mundo" - vivemos a escassez. Se "não tem para todo mundo" vai faltar para alguém, então começamos a sentir medo e começamos a acumular, para que não seja pra mim que falte, não é verdade? Ai competimos uns com os outros, sem se importar com as conseqüências. Ao acumular, guardar, interrompemos a circulação e diminuímos o fluxo. Isso vai reforçando o sentimento de "escassez". Essa diminuição de fluxo gera aumento do custo das transações e exclui os que não podem pagar. Essa exclusão reforça a profecia: "não tem pra todo mundo". Esse é o ciclo do "Paradigma da Escassez".
Agora, na outra mão, no outro caminho, da ABUNDÂNCIA,  acreditamos que "tem pra todo mundo". Ao vivenciarmos e acreditarmos que "tem para todo mundo", não temos medo, não temos ansiedade. Se "tem para todo mundo" não sentimos necessidade de acumular, mas sim, temos o impulso de compartilhar, colaborar e criamos formas de fazê-lo. O compartilhamento gera uma sensação boa, de gratidão, de fluxo. Não sentimos vontade de competir. Com isso diminuímos o custo das transações e incluímos os que não podem pagar. Essa inclusão reforça a profecia: "tem pra todo mundo". Esse é o ciclo do "Paradigma da Abundância".
Mas como podemos viver no "Paradigma da Abundância"?
Bem, primeiro busque internamente as causas em você de agir com foco na "escassez", quais crenças internas você possui que alimentam esse comportamento. Ao colocar luz nessas causas você conseguirá diminuir sua força e se focar em ações de "abundância".

Resolvi escrever esse texto para compartilhar com vocês porquê estou estudando mais profundamente este tema para uma aula do meu programa "Lifestyle Design Integral." Como venho vivenciando isso em minha vida há muitos anos, sempre usando minha intuição e prática e obtendo sucesso no que me propus, resolvi compartilhar por aqui.
Inspirada em minhas vivências, experiências, estudos resolvi hoje iniciar uma jornada de 90 dias de ABUNDÂNCIA, para garantir que eu não seja contaminada por essa "nuvem" de crise que vem pairando sobre nós esse ano. Vou postar no meu Instagram @matercoach_ todas as afirmações, induções, mantras e tudo que vou utilizar. Quer participar? Acompanhe a #jornadadaabundancia90dias #andreaprofetamastercoach Te encontro por lá! 


segunda-feira, 20 de abril de 2015

É preciso apenas uma pessoa parar!



Hoje aconteceu algo comigo e queria compartilhar com vocês.
Saí na parte da manhã para ir ao sacolão e comprar algo para preparar meu almoço. Descendo ainda meu quarteirão, atravessei a rua e vi na esquina uma mulher em pé ao lado de um homem caído no chão com um carinho de supermercado cheio de latinhas. 
Me aproximei e perguntei: "Está acontecendo alguma coisa?". "Sim" ela respondeu, dizendo que ele estava se sentindo mal, com tontura e me pediu água para ele. Como não sou médica, voltei para casa e trouxe a água gelada. Ela continuava sozinha com o homem e perguntei o que ela sabia. Ela disse que ele começou a passar mal ao tentar atravessar a rua e que havia dito que estava sem comer desde ontem à tarde. Sentia dor de cabeça e não tinha nenhuma doença nem tomava remédio. O sol estava forte e já era umas 11h. 
Resolvi descer para comprar comida para ele, pois não tinha nada em casa. 
Parei dois quarteirões à frente num pequeno restaurante e expliquei a situação a quem me atendeu e pedi para preparar um marmitex. 
Enquanto isso, desci correndo para o sacolão e comprei rapidamente o que precisava para meu almoço. Comprei um pacote de biscoito também pensando que ele poderia carregar quando conseguisse melhorar.
Retornei ao restaurante e a moça disse que subiu a rua onde eu havia dito, levou água para o moço e quando eu fui pagar o marmitex ela disse que não cobraria e ainda colocou um doce na sacola para ele.
Subi correndo para entregar a comida e a mesma moça estava lá ainda sozinha, e me disse que ia atrás de uma pessoa que ele conhecia e trabalhava ali perto para buscar uma ajuda.
Enquanto isso, fui conversando com ele para ver se ele conseguia se sentar, pois estava com olhos fechados. Uma senhorinha chegou com uma sacola com bananas, um sanduíche, um vidro com leite quentinho e mais uma garrafa de água. Fomos conversando com ele e ele foi despertando e conversando.
Daí duas meninas pararam e perguntaram se precisávamos de ajuda. Pedi mais água para ele. Fui tentando que ele conseguisse conversar para ver se estava consciente e comer alguma coisa, já que o mal estar poderia ser fome mesmo.
Neste tempo todo, estávamos numa esquina bem movimentada neste horário no bairro, onde tem sinal para carros inclusive. Carros e pessoas passando o tempo todo. Nenhum carro ofereceu ajuda nem perguntou nada. Pessoas passavam e parece que não viam o que acontecia. Interessante né! Poucas pararam e perguntaram ou ofereceram alguma coisa, todas MULHERES!
A mesma moça voltou dizendo que achou a conhecida do homem e que o mesmo era morador de rua, tinha crises de epilepsia e que viria logo onde ele estava, pois estava no trabalho. Realmente o moço estava já sentado mas o braço esquerdo tremia muito, talvez alguma questão neurológica mesmo.
Enquanto eu e a senhorinha estava com ele a moça foi numa unidade do corpo de bombeiros a um quarteirão dali, na av. Amazonas e voltou dizendo não que havia ninguém de plantão que pudesse socorrer. Parece que pelo menos acionaram a polícia militar e em alguns minutos dois policiais militares apareceram para ver o que estava acontecendo. Era um casal policial e colocaram o moço sentado e encostado na parede. Disseram que iriam chamar o Samu. Enquanto isso ele já estava comendo as bananas e começando o marmitex.
Em mais alguns minutos chegaram dois atendentes do Samu e foram atendendo o moço.
Fomos falando o que sabíamos até aquele momento e o que havíamos feito para ajudar e deixamos eles assumirem.
Neste momento aquela moça virou para mim e disse: "É preciso apenas uma pessoa parar!"
Pois é, enquanto a maioria  passava, via a cena e seguia sua vida, seus horários, algumas mulheres pararam e ajudaram. Até uma ambulância da Unimed passou, olhou e seguiu.
E o moço, já sendo atendido, parou de tremer e fiquei mais tranqüila. E só para constar, ele não cheirava a bebida, estava com roupa limpa, cabelo cortado, barba meio feita.
Então, "É PRECISO APENAS UMA PESSOA PARAR!"







sexta-feira, 20 de março de 2015

Sobre viver do seu propósito! (Ou do que você ama!)





Essa semana li o texto abaixo postado por um escritor que gosto muito, Eugenio Mussak, no facebook que me provocou reflexões sobre minha estória de vida.

"A segurança é uma necessidade imperativa, a aventura é um desejo forte. A segurança é um passarinho na mão, a aventura são dois voando, mas que podem ser alcançados. No fundo no fundo, o que gostaríamos é de alcançar os dois voadores sem largar aquele que já está em nossa mão. Mas a vida não é assim, e o dilema proposto pelo ditado popular deixa isso claro. Para tentar agarrar os dois passarinhos que voam, você precisa se livrar daquele que já é seu. Ou seja, por algum tempo ficará sem nenhum passarinho e, pior, com alguma chance de não conseguir capturar os dois que estão voando."


Nesta postagem um rapaz fez um comentário que me chamou a atenção, dai resolvi escrever sobre minhas reflexões e impressões sobre esse assunto.


Eu vivo do meu propósito? Sim, desde 2013.

É fácil? Não.

Valeu a pena? Muito.

É para todo mundo? Não mesmo.


Como já sabemos, nós, seres humanos somos um universo complexo e diverso. Temos habilidades e talentos diferentes e isso é lindo! 

Se fossemos todos iguais o mundo não existiria como é hoje. Talvez, muitas das descobertas científicas feitas pelos homens nunca acontecessem.

O fato é que, para alguns, abrir mão de segurança e estabilidade pode ser bastante sofrido. Para outras pode ser o que te motiva, o que te faz ficar vivo. E para outros, meu caso, foi quase uma decisão entre viver ou morrer. Pode te parecer trágico ou exagerado, mas no dia que acordei de madrugada, do nada, sem conseguir respirar que quase desmaiei (não tenho e nunca tive bronquite ou asma). Levantei da cama e comecei a andar pela casa tentando respirar, tentando puxar ar para meus pulmões e nada, acordando a casa inteira, desesperada. Es

se foi o ponto da virada, da tomada de decisão. Viver ou morrer? Decidi viver, mas mudar tudo, pedir demissão do meu emprego de gestora, me reinventar e lidar com "essa" vida de maneira diferente.
Em tempo, tenho testemunhas desse fato, e foi apavorante, de verdade!

E vocês, o que pensam sobre isso? Escreva, comente, critique, vou adorar!
📝 mastercoach.contato@gmail.com

quarta-feira, 4 de março de 2015

O começo, quem eu sou e porque estou aqui

 
Olá pessoal!
 
"Não sei como é que foi, só sei que foi assim!"
Acordei hoje com várias ideias na cabeça, coisa aliás constante, e comecei a ler uns blogs e fanpages que gosto. E foi assim, resolvi criar meu blog e escrever sobre meus pensamentos, ideias, conclusões, descobertas, aprendizados.
Mas quem eu sou, para estar aqui escrevendo sobre meus pensamentos randômicos? Bom, SOU apenas EU, uma mulher, casada e sem filhos por escolha, psicóloga de formação, MasterCoach por opção, empreendedora por decisão, viajante por necessidade, leitora por prazer, e um universo por descobrir. Bom, há uns anos atrás a apresentação seria assim: psicóloga organizacional, gestora de pessoas com mais de 15 anos de experiência em diversos subsistemas de RH, especializada em psicologia do trânsito, casada, sem filhos, 30 e alguns anos, blá blá blá. Pretendo contar aqui porque essa apresentação mudou, mas fica para outra postagem.
E finalmente, porquê estou aqui iniciando esse projeto? Na verdade, estou cansada de ficar conversando comigo mesma então resolvi escrever. Mas só escrever, eu poderia fazer em um caderno (já faço isso) não acham? Pois bem, resolvi colocar no mundo. Acredito que aqui é um bom lugar para exercitar isto, pois em tempos de redes sociais, qualquer um escreve qualquer coisa e me deparei com ideias bem estranhas, para dizer o mínimo. Ano passado fiz um curso de Escrita Criativa, aliás recomendo fortemente (link aqui), pois achava que não escrevia bem. Bom, depois do curso continuei achando isso e fiquei ainda mais crítica. Resultado? Não divulguei nada que ando escrevendo, mas sabe porque? Acredito que qualquer manifestação artística diz muito de quem cria, portanto expor aqui minhas ideias, pensamentos e diálogos não foi uma decisão fácil, mas vamos lá. Com o tempo passei a ser mais seletiva de onde me exponho e para quem, porém aprendi nos últimos tempos que sou bem corajosa, então aqui estou eu!ora
E sobre o quê irei escrever? Bom, sobre tudo que me interessa: empreendedorismo, negócios, psicologia, coaching, autoconhecimento, meus aprendizados da vida, livros, filmes, músicas, e o que mais tiver vontade.
Então, fica aqui o convite, porque se o blog é um convite ao diálogo, espero seu comentário, suas ideias, sua participação.
Bjos carinhosos e até breve!